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Parece ... Mas não é.

Parece ... Mas não é.   Por Alessandra Leles Rocha   De maneira franca, clara e objetiva, a identidade é algo pessoal e intransferível, o que significa que ela pertence a apenas um indivíduo e não pode ser dada ou emprestada a outra pessoa. Dito isso, por mais que um (a) filho (a) se pareça de algum modo com seus genitores, cada indivíduo tem a sua própria história. O que move essa reflexão advém do que está presente nas mídias sociais. As figuras de dois pais e dois filhos são o objeto de uma análise bastante importante e interessante. No primeiro caso, o pai já foi Presidente da República. Portanto, já submeteu o seu trabalho e a sua história política ao escrutínio popular. O filho, primogênito, dada a impossibilidade jurídica do pai concorrer a um novo pleito, se colocou na disputa. Seus anos na política trouxeram uma experiência limitada ao Legislativo. Razão pela qual, ele se apega de todas as maneiras ao nome do pai como se o papel de sucessor político, de ma...

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