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Aquilo que passa despercebido das estatísticas

Aquilo que passa despercebido das estatísticas   Por Alessandra Leles Rocha   Não se engane, o feminicídio não é um evento isolado ou uma explosão de violência gratuita, mas o ápice de um processo de dominação e controle exercido sob uma lógica patriarcal. Desse modo, antes dele acontecer, há uma progressão de outras violências. Geralmente começa pelo isolamento social, o controle de redes sociais, a vigilância constante e a depreciação da autoestima da mulher. Depois, o controle do dinheiro, a destruição de documentos ou de objetos de valor para criar dependência. Em seguida, empurrões, tapas e agressões que escalam em gravidade, inclusive, com a imposição de relações sexuais não desejadas como forma de poder. Então, o último estágio é o feminicídio, o assassinato da mulher pela condição de ser mulher. E a tendência de alta no número de casos persiste ano a ano. E a pergunta mais comum sobre isso é: por quê? Porque o feminicídio e a misoginia são construções ideológicas do pa...

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